Consultoria e assessoria para a cadeia de alimentos

Consultoria e assessoria para a cadeia de alimentos – supermercados, açougues, peixarias, padarias, lanchonetes

A Ômega Serviços Médicos agora dispõe dos seguintes serviços:

  • Treinamentos de funcionários;
  • Cursos e palestras;
  • Auditorias;
  • Consultoria;
  • Assessoria;
  • Responsabilidade técnica;

Previstas em legislações do Ministério da Saúde (MS/ANVISA) e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), as boas práticas de fabricação são ações preventivas que devem ser adotados por serviços de alimentação, a fim de garantir a qualidade higiênico-sanitária e a conformidade dos alimentos com a legislação sanitária.

Segundo a RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004 – MS

“(...) Estabelecer procedimentos de Boas Práticas para serviços de alimentação a fim de garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado.”

“Âmbito de Aplicação: Aplica-se aos serviços de alimentação que realizam algumas das seguintes atividades: manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao consumo, tais como cantinas, bufês, comissarias, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais, delicatéssens, lanchonetes, padarias, pastelarias, restaurantes, rotisserias e congêneres. (...)”.

Além disso, quando bem aplicada, reduz gastos com a produção, já que evita desperdícios, reprocessamento do alimento e reclamações de consumidores.

Dentro das BPF ainda encontramos os Procedimentos Operacionais Padronizados (POP) e o Procedimento Padrão de Higiene Operacional, ambos exigidos pela ANVISA (RDC nº275/2002) e MAPA.

Este serviço é gerenciado pela Médica Veterinária Mariana Miele Salatino.

*A Lei nº 5.517, de 23/10/68, regulamentada pelo Decreto nº 64.704, de 17/06/69, que dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário, atribuindo a este profissional (art. 5º, alínea f), o exercício liberal ou empregatício, em caráter privativo: “a inspeção e fiscalização sob o ponto de vista sanitário, higiênico e tecnológico dos matadouros, frigoríficos, fábricas de conservas de carne e de pescado, fábricas de conservas de carne e de pescado, fábricas de banha e gorduras em que se empregam produtos de origem animal, usinas e fábricas de laticínios, entrepostos de carne, leite. Peixe, ovos, mel, cera e demais derivados da indústria pecuária, e de um modo geral, quando possível, de todos os produtos de origem animal nos locais de produção, manipulação, armazenagem e comercialização”. Sendo então esta responsabilidade, uma tarefa típica, específica e privativa do Médico Veterinário, indelegável, sob qualquer pretexto.

*O médico veterinário também pode atuar como responsável técnico, não somente em casas de rações, clínicas e medicamentos veterinários, mas como responsável e consultor em comércio varejista, agindo de uma forma preventiva de infrações emitidas pela fiscalização da Vigilância Sanitária, quando existe um ponto que está em desacordo as legislações vigentes, com isso proporcionando de maneira implícita uma segurança na manipulação e estocagem dos alimentos expostos.